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quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

9 Respostas..

Quando começou a se tratar de algo desconhecido para ele, João tinha menos de dois anos de vida.
Antes de seu segundo aniversário ele conheceu um lado duro da vida que muitos de nós não conhecemos, a não ser de ouvir falar. Ele nunca questionou, nunca reclamou. Com um ano e onze meses, o menino aceitou seu calvário sem nada pedir. Dali para frente foram muitos dos dias de sua vidinha dentro de um hospital, internações, agulhadas, remédios e tratamentos pesados para combater um vilão bem mais malvado do que os de seus desenhos: O câncer. O drama doloroso é tão cruel que nem a ficção ousou escrever. A festa de dois anos perdeu a importancia e ao invés de presentes ele recebeu agulhadas e corticóide que o transformaram num menininho inchado e irreconhecível. Ainda assim, com uma dolorosa novidade a cada dia, mergulhando no mundo da quimioterapia, João dava um jeito de manter o sorriso no rosto, quebrando o coração de quem de perto acompanhava em lágrimas o triste destino da criança que mal tinha chegado ao mundo.
O tempo foi passando, e apesar de não entender muita coisa, o menino adquiriu um olhar diferente, uma visão mais amadurecida e mais clara da vida ao seu redor. Em silêncio, João observava tudo de diferente que sua vida tinha, tudo que outras crianças podiam e ele não, tudo que ele era obrigado e outras crianças não. É, em silêncio.
Mas como todos vocês sabem, ninguém aguenta tudo o tempo todo. Não, nem Jesus na cruz deixou de dizer que Deus o havia abandonado. Tenho pra mim que meu pequeno menininho está crescendo. É, tá sim. E crescido desse jeito, apesar de ainda querer brincar de boneco e jogar seus jogos, ele agora chegou numa fase em que faz perguntas. Quer saber o porque das coisas e tem sido dificil responder.
Internado para mais uma semana de quimioterapia e tratamento da infecção intestinal, com dores pelo corpo, João diz que não é justo e pergunta o porque de tudo. E não há quem responda, não há um jeito de explicar. Porque não foi o boneco dele que caiu numa cachoeira nem seu cd que arranhou. É a vida dele que continua sem respostas e com as mesmas diferenças de antes.
As crianças choram para não ir a escola e ele chora por querer ir. Tá certo, nenhuma criança gosta de hospital, mas ele.. Bem, ele chora mas no fim aceita seu destino, sabe que é esse tratamento que nos traz esperanças.
E eu estaria mentindo se dissesse que ele está esgotado, porque ele não está! Ao contrário, ele está de cabecinha erguida enfrentando tudo e que venham as proximas batalhas, pois ele está de pé!
E você? Sente-se esgotado? Pensando em parar? Desistir?
Ei.. Tem gente pequenininha lutando de peito aberto.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

7 Reportagem linda na Band.com sobre a história do @Joaobombeirinho #doemedula

Linda matéria, por isso compartilhamos aqui,  saiu hoje na Band.com, que retrata bem a história de luta do nosso amiguinho João Bombeirinho e da minha querida amiga Mamãe Ana:

"Seu filho pode estar com leucemia"





Com apenas um ano e 11 meses de vida, João Daniel, o João Bombeirinho, morador de Maringá, no Paraná, foi diagnosticado com leucemia. “Seu filho pode estar com leucemia, encaminharemos para o Hospital do Câncer”, as palavras ditas pelo médico nunca foram esquecidas pela mãe, principalmente o que viria depois: o filho dela realmente estava com a doença. 
“Chorei três dias sem parar”, diz Ana Paula Estevam, mãe do pequeno João e de mais dois garotos mais velhos. “Mas, a partir daí, tive consciência de que meu filho precisava de mim”, conta. Segundo Ana, tudo começou com uma febre que o filho teve durante a noite. No outro dia, ela notou um caroço no pescoço de João Daniel, suspeitou que fosse caxumba, e procurou um hospital. Depois de vários exames e da confirmação da leucemia, “nossa luta começou”.
Ana conta que teve que criar uma nova rotina de vida e começou a se dedicar cada vez mais à busca pela recuperação do filho. Nesse início de tratamento, o marido, pai de João, se separou da mãe e não deu mais suporte ao filho, segundo ela conta. Ainda assim, Ana e João prosseguiram. Entretanto, “depois de três anos constatou-se que a doença não tinha regredido”, foi quando os médicos encaminharam João para transplante.
João Bombeirinho
Nesse período, os dois enfrentaram muitas dificuldades, até que a mãe de João se casou novamente e hoje “ele tem um pai”, ela diz. Apesar de tanta luta, atualmente aos cinco anos, João é uma criança feliz. “Ele sonha em ser bombeiro”, conta Ana. Desse desejo veio o apelido João Bombeirinho que ele ostenta com orgulho. O menino visita frequentemente o batalhão do Corpo de Bombeiros e foi “adotado” pela corporação. “Ele foi promovido, agora é tenente”, diz a mãe orgulhosa.
Segundo Ana, João é uma criança feliz. A família se esforça para minimizar todo o seu sofrimento, pois passar pelas quimioterapias e internações não é tarefa fácil. Ana criou um blog por onde fala sobre a rotina do filho e toda sua luta. Em um dos posts recentes, ela narra um desses momentos.
“Hoje João fez quimio [quimioterapia], fomos para o hospital 6h30. Ele foi dormindo e quando acordou já tinha enfermeiras em cima dele, para puncionar. Daí ele começou a chorar e falar: não mamãe, não deixa me furar, papai socorro. Nessa hora, comecei a chorar e tentei explicar para ele que era para o bem dele, mas como falar para uma criança que ele vai sentir dor para seu melhor?”, escreveu.
Corrente do Bem
Com o passar dos anos, João passou a questionar a doença. “Ele pergunta o que vai acontecer se não achar a medula. Pergunta para as pessoas na rua ‘você sabe onde está minha medula?’. E diz que não aguenta mais ir para o hospital”, conta Ana. Ele foi liberado para ir à escola, mas não consegue frequentar durante todo mês, por ter que passar tantos dias no hospital.
Enquanto espera pela medula compatível, Ana decidiu não ficar parada. Hoje em dia ela organiza campanhas com incentivo à doação não só para o filho, mas para ajudar todas as pessoas que estão na mesma situação. 
A campanha é chamada de “Corrente do Bem” e o nome cabe perfeitamente ao trabalho que ela encabeça. As ações não acontecem somente em Maringá, se estendem a outras cidades do Paraná e de outros Estados. Além disso, ela mantém perfis nas redes sociais Facebook e Twitter. 
“Eu vou achar”
“Eu faço campanhas mensalmente. Já estive até em Santa Catarina, temos outras fechadas para Curitiba, vamos fazer em Luziânia, em Goiás; no Mato Grosso...”, contou. “Agora mesmo estou aqui no Correio mandando um material para a Bahia, São Paulo, Rio de Janeiro e Mato Grosso do Sul”, completou.
A fama de João Bombeirinho ultrapassa fronteiras. “Uma vez ele recebeu pelo correio um caminhão de bombeiros de controle remoto. Foi presente de uma mulher que mora no Japão e conheceu a história dele”, lembra a mãe.
A força de Ana é contagiante e sua esperança é ainda mais animadora. “Eu tenho certeza de que vou achar”, diz a mãe, com a voz firme e determinada. “Essa busca não é só do João, estamos ajudando todas as crianças que buscam medula”, finalizou.
Por Marielly Campos

quarta-feira, 13 de julho de 2011

10 Amor do Papai...



Ser pai é ser herói. Ouvi dizer por aí.
E se é verdade, o João tem o seu. Que está sempre ao seu lado, quando precisa, nas horas dificeis e nas horas de alegria. Nas necessidades e nas brincadeiras.
Deixo pra vocês esses 4 cliques do bebê com o papai, no colinho, super fofo.

terça-feira, 12 de julho de 2011

6 Cinema= Criança feliz!


Diversão é importante pra quaquer criança, quando ela é privada de alguns direitos naturais pra sua idade então, é fundamental. Uma coisa bem bacana de fazer com eles é levar ao cinema, assistir juntinho algo que ele goste e compartilhar doces e pipocas para que esse seja um momento especial no vínculo mãe e filho, ou seja ele pai e filho, tia e sobrinho, etc.
Tem pouco tempo com seu pequeno? Abuse dos minutinhos que vocês tem! Se não der pra levar ao cinema, faça uma sessão pipoca bem gostosinha em casa mesmo, do sofá da sala, onde vão compartilhar momentos que na cabecinha deles, serão para sempre.
Deixo aqui a foto do meu bebê lindo no cinema no dia em que foi assistir Carros 2 .

Detalhe: Ele agora tem o DVD e já assistiu mais 5 vezes!
Tá ou não tá lindo essa fofurinha?

domingo, 10 de julho de 2011

6 Criança bem alimentada...




Criança bem alimentada é criança saudável! João adooora comidinhas saudáveis, come de tudo, saladas, frutas e sucos naturais. É verdade que como toda criança ele gosta de pizzas, bolachas e refrigerantes, mas graças a Deus não temos problemas com ele quanto a alimentação mais sadia.
Sim, a maioria das crianças faz greve contra legumes e frutas! Se seu pequeno é do tipo que levanta a bandeira "Eu odeio legumes" , fique atento e tenha jogo de cintura, pois é super importante pra ele.
Uma boa dica é usar a imaginação e criatividade, com as frutas, faça sucos e invente tambem uma grande salada com todas picadinhas. Com legumes, REZE! RS. Calma, a tia tá brincando, não é pra tanto. Que tal levar seu pedacinho de gente pra cozinha e deixar ele se divertir preparando os alimentos? Pode abrir o apetite.

Dica do João: Bolo de Beterraba.

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